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Como trabalhamos

Quatro passos, nesta ordem, sempre.

A ordem é o método. Nada é construído antes de ser definido, nada entra em produção antes de ser medido e nada é transferido sem as pessoas capazes de manter tudo funcionando.

  1. 01

    Definir

    Definir a tarefa, o responsável e a medida de sucesso antes de escolher qualquer modelo.

  2. 02

    Instrumentar

    Construir primeiro a bancada de avaliação, para distinguir melhora de sorte.

  3. 03

    Integrar

    Colocar no fluxo de trabalho existente, com fallbacks, logs e controle de acesso.

  4. 04

    Transferir

    Entregar o runbook, os testes e uma equipe capaz de operar sem a gente.

Como trabalhamos

  1. 01. Definir

    Definimos a tarefa, o responsável e a medida de sucesso antes de escolher qualquer modelo. Sentamos com quem opera o processo, mapeamos onde falha, decidimos quais dados o sistema pode acessar e registramos o que seria um bom resultado. Se não cabe um agente ali, dizemos isso nesta etapa.

    Entregas

    • A definição da tarefa
    • o responsável identificado
    • a medida de sucesso e sua meta
    • o escopo de acesso aos dados
    • a decisão de construir ou não
  2. 02. Instrumentar

    Construímos primeiro a bancada de avaliação, para distinguir melhora de sorte. Casos reais viram um conjunto de testes, as métricas correspondem à tarefa, as linhas de base são registradas e toda mudança passa a ser avaliada do mesmo jeito.

    Entregas

    • O conjunto de avaliação com casos reais
    • as métricas e linhas de base
    • o código de pontuação
    • o primeiro relatório
    • o tamanho de amostra necessário para detectar uma diferença
  3. 03. Integrar

    Colocamos o sistema no fluxo existente, com fallbacks, logs e controle de acesso. Ele entra onde o trabalho já acontece, no ERP, CRM, sistema de chamados ou repositório de documentos, com encaminhamento dos casos que não deve resolver sozinho e registro de tudo o que faz.

    Entregas

    • O sistema em produção nas ferramentas existentes
    • controle de acesso e permissões
    • logs e monitoramento
    • fallbacks e caminhos de encaminhamento
    • a trilha de auditoria
  4. 04. Transferir

    Entregamos o runbook, os testes e uma equipe capaz de operar sem a gente. Formamos as pessoas que vão responder pelo sistema e documentamos como operá-lo e como alterá-lo.

    Entregas

    • O runbook
    • a suíte de testes e o histórico de avaliação
    • formação da equipe de operação
    • a documentação

Exemplo de projeto

Como podem ser seis semanas.

Cronograma ilustrativo. Projetos reais são dimensionados na definição e variam conforme o processo, os dados e a equipe.

  1. Semana 1

    Definir: workshop com os responsáveis pelo processo, escopo de acesso aos dados e medida de sucesso acordada.

  2. Semana 2

    Instrumentar: conjunto de avaliação com casos reais, linhas de base registradas e primeiro relatório.

  3. Semana 3

    Integrar: primeira versão em ambiente de homologação, conectada aos sistemas de registro.

  4. Semana 4

    Integrar: cada mudança passa pela avaliação, fallbacks e logs são testados e o controle de acesso é revisado.

  5. Semana 5

    Integrar: entrada em produção com escopo limitado, medida diariamente.

  6. Semana 6

    Transferir: runbook, testes e formação entregues; a equipe opera o sistema.

Cada mudança passa pela avaliação.

Nenhuma mudança de prompt, modelo ou código chega à produção sem uma execução da bancada contra a linha de base. Se não superar a linha de base além do acaso, com a amostra acordada, a mudança não entra. A regra continua após a transferência, e o runbook explica como executá-la.

Como funciona a transferência.

A transferência é a última etapa e é planejada desde a primeira. A equipe aprende no sistema em funcionamento, o runbook cobre a rotina e as falhas, e os testes, o histórico de avaliação e a documentação ficam no seu repositório. O sistema funciona sem a gente.